Quem somos
Transformando a vida daqueles que mais precisam há mais de 7 anos
Uma instituição consolidada em Pelotas, com atuação em todo o sul do Brasil — internações privadas e em parceria com prefeituras, mais de 700 pacientes e famílias atendidos.
Nossa história
Por que o Complexo existe
Fundamos o Complexo Terapêutico com o objetivo de auxiliar pessoas afetadas pela dependência química e transtornos mentais. Ao longo do tempo expandimos os serviços e hoje contamos com quatro áreas principais: internação, tratamento ambulatorial, atendimento psicológico e capacitação profissional.
Todo esse tempo dedicado à nossa atuação e preparação nos permitiu alcançar um padrão de atendimento de excelência — reconhecido pelas famílias, pelos profissionais da região e pelos municípios parceiros.

Liderança
Quem está à frente
Jaciara Almeida — Fundadora
Psicóloga formada pela Universidade Católica de Pelotas, especialista em Dependência Química pela PUC do Rio de Janeiro, com mais de 20 anos de experiência em tratamento para dependência química e atendimentos familiares.
Minha atuação está em liderar a equipe e estruturar programas que tragam resultados consistentes — e estar presente no atendimento às famílias, para que se sintam seguras e apoiadas nesse caminho.
Eduardo Rezende — Diretor
Especialista em dependência química, codependência, reformulação comportamental e controle emocional. Atua como terapeuta, mentor, palestrante e gestor, auxiliando indivíduos e famílias em processos de recuperação, mudança de comportamento e reconstrução de vida.
Criador de conteúdo sobre dependência, recuperação e mudança de mentalidade, reúne mais de 50 mil seguidores no Instagram (@rezende1026) e já impactou mais de 250 pessoas por meio de seu trabalho.
É também criador do Método Caos à Clareza, uma metodologia voltada ao desenvolvimento emocional, à mudança de comportamentos e à reconstrução pessoal e familiar.
Jornada da recuperação
Do acolhimento à retomada da vida
Cada etapa do tratamento possui um propósito: estabilizar, conscientizar, reconstruir comportamentos, fortalecer vínculos e preparar o acolhido para retornar à sociedade com autonomia, responsabilidade e dignidade.
Acolhimento
Avaliação profissional, desintoxicação assistida e cuidado durante a fissura e a abstinência. O primeiro objetivo é oferecer segurança, estabilização e acolhimento humanizado.
Conscientização
O acolhido começa a compreender a dependência, seus gatilhos, comportamentos e consequências. É o início do processo de aceitação e responsabilidade pela própria recuperação.
Reconstrução
Trabalho terapêutico voltado aos pensamentos, emoções, hábitos, traumas e relacionamentos. Novas rotinas e comportamentos começam a ser desenvolvidos e praticados.
Clareza e prática
O acolhido passa a reconhecer padrões, tomar decisões mais conscientes e aplicar as ferramentas aprendidas dentro do tratamento, fortalecendo sua autonomia e prevenção à recaída.
Ressocialização
O retorno à sociedade acontece de forma gradual e acompanhada, com experiências de ressocialização, orientação familiar e avaliação dos desafios encontrados fora da instituição.
Capacitação e continuidade
Preparação para a vida profissional, fortalecimento da independência e construção de um plano pós-tratamento, com acompanhamento terapêutico, médico e psicológico conforme cada necessidade.
Participação da família
A família participa de todo o processo
Durante o tratamento, os familiares também recebem orientação sobre dependência, codependência, limites, gatilhos, ambientes e comportamentos. A recuperação se fortalece quando acolhido, família e equipe caminham na mesma direção.
Mais do que interromper o uso de substâncias, nosso trabalho é ajudar cada pessoa a recuperar seus vínculos, sua autonomia, sua identidade e sua dignidade.
O trabalho com a família envolve:
- Orientação familiar
- Educação sobre dependência química
- Compreensão da codependência
- Identificação de gatilhos
- Construção de limites saudáveis
- Preparação para visitas
- Acompanhamento durante o tratamento
- Preparação para o retorno do acolhido ao convívio familiar
O primeiro passo é uma conversa.
Atendimento e orientação para internações 24 horas. Conversa humana, sigilosa e sem julgamento.